A divisão no fundo, no fundo, bem lá no fundo, é uma série de subtrações!

A divisão pode ser encarada com uma série de subtrações. Aliás existe até um algoritmo ensinando a dividir dessa forma, é conhecido como algoritmo das subtrações sucessivas, ou algoritmo americano. Nessa página tem informações sobre ele: http://educar.sc.usp.br/matematica/m4p2t7.htm. Entretanto, ele deve ser utilizado depois que a criança já souber a tabuada de divisão.

Uma maneira de explicar a divisão é através de exemplos do nosso dia-a-dia, fale que se houver 2 bombons e for dividi-lo para duas crianças com quantos bombons cada uma vai ficar? Ajude ela encontrar a resposta. Depois aumente os valores: E se forem 4 bombons para duas crianças? E se forem 6 bombons para duas crianças?

Uma outra forma de ensinar a divisão é através da manipulação de materiais concretos. Neste caso, pode-se utilizar os feijões para ensinar a divisão. Por exemplo, mostre que 12/3 é igual a 4 grupos de 3 grãos cada. Depois mostre que 12/4 é igual a 3 grupos de 4 grãos cada. Deixe a criança montar os grupos, pois isso vai ajudá-la a entender o assunto.

Uma outra forma de interpretar uma divisão é através da pergunta: “quantas vezes o divisor cabe no dividendo?” Esquisito? Não é não! :D Por exemplo, 12/2 ficaria assim : quantas vezes o 2 cabe no 12?  Ela pode descobrir isso subtraindo o 2 várias vezes do 12 e contando quantas subtrações fez. Entretanto, o mais importante aqui, não é como ela vai encontrar a resposta, mas sim como ela interpreta a divisão. Já presenciei um caso curioso onde se perguntasse a pessoa quanto era 48/6, ela não conseguia responder rapidamente, ou muitas vezes respondia errado. Mas se perguntássemos quantas vezes o 6 cabe no 48, a resposta era rápida e quase sempre exata.
Concluindo

Enfatizo que para aprender matemática deve-se praticá-la. Portanto, qualquer método deve ser repetido algumas vezes até a criança ter o domínio sobre o mesmo. Outro detalhe: A própria criança pode descobrir o seu próprio caminho. Ele muitas vezes pode ser complexo, ou sem sentido, para outras pessoas, mas para ela, geralmente, é simples e eficaz. O importante é que ela realmente entenda o que está fazendo. Nós, os pais, devemos nos esforçar para mostrar maneiras divertidas de aprender a matemática, além de mostrarmos que é um conhecimento que utilizaremos para o resto da vida.

Bons estudos!

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